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Egoism

Título:  Egoism Autor:  K4zam9 Fandom:  K Project Shipper:  SaruMi Gênero:  Romance Censura:  M Disclaimer:  K Project não me pertence. Avisos:  Yaoi. Sinopse:  Heh, agora eu tenho a sua atenção? Egoism O trem quase vazio se movia devagar. Ou talvez fosse apenas sua percepção de tempo que estava bagunçada, afinal, as paisagens ainda passavam pelas janelas do vagão com a mesma velocidade de sempre. Fushimi suspirou, irritado, observando o garoto à sua frente completamente concentrado no jogo portátil em suas mãos. Conteve a vontade de arrancar o objeto das mãos do menor e jogá-lo pelas portas do trem assim que as mesmas se abrissem na próxima estação. Passou a contar quantas estações restavam até que eles desembarcassem. Duas ou três estações depois, Yata riu baixinho, encarando a tela à sua frente. Foi o suficiente para que o maior - já extremamente irritado - tomasse o eletrônico de suas mãos ao que f...

Hunger

Elise sentou-se nos bancos dispostos ao longo do balcão do bar, cruzando as pernas. Olhou ao redor, ignorando os olhares maliciosos dos homens mais próximos. Estava com fome . Suspirou, passando a mão pelos cabelos ruivos. Nenhum deles lhe parecia apetitoso; pelo contrário. Sorriu para o barman enquanto pedia uma bebida; talvez ele desse pro gasto , mas não foi correspondida. Logo ele voltou, depositando um copo à frente da moça com descaso e se afastou para atender um homem que havia sentado na outra ponta do balcão. Para este, o barman sorriu. Elise riu baixinho, compreendendo a situação. Ela ajeitou a saia do vestido vermelho, repentinamente se sentindo exposta demais e desejando que algo cobrisse aquele imenso decote. Não queria que os homens presentes dessem em cima dela. Pegou o copo, pensando em quão seletiva ela era. Iria morrer de fome, pelo visto. Suspirou novamente, sorvendo o líquido de seu copo. Colocou-o sobre o balcão, junto com uma nota e se retirou. Mais uma noite ...

Vulnerable

Autor:   K4zam9 Fandom:   Senyuu. Shipper:  Ross/Alba Gênero:   Romance Censura:  K Disclaimer:   Senyuu. não me pertence. Avisos:   Yaoi Sinopse:  Ei, porque fez isso?!     Vulnerable — Ei, porque fez isso?! — Esbravejou Alba, após ter sido empurrado contra uma rocha pelo colega de time que se aproximava ameaçadoramente.  Ross pressionou seu corpo contra o do herói - agora visivelmente assustado e confuso - e aproximou seu rosto do dele, deixando que seus lábios se encontrassem. Alba ainda tentou afastá-lo, empurrando-o, mas desistiu colocando seus braços em torno do pescoço do soldado.  Quando precisaram se separar em busca de ar (o herói extremamente corado e arfando), Ross sorriu.  — Você estava completamente vulnerável.  — O qu-!?  Antes que ele pudesse reclamar, o soldado atacou-lhe os lábios novamente.

Ende

As sirenes soavam cada vez mais altas. Em meio à multidão que corria pros abrigos, havia uma garota. Ele girava e ria, dizendo coisas sem sentido. Algumas pessoas a empurravam, xingando-a e mandando que saísse do caminho. Outras, tentavam arrastá-la para algum dos abrigos próximos; logo desistiam. — Dessa vez eles virão, com certeza!   — dizia ela, os braços abertos. Rodopiou mais duas vezes. — Eu quero ir com eles! Eu quero! Aos poucos, as ruas se esvaziaram. Cada família fora para o local demarcado. Até mesmo os militares haviam desistido da garota. Ela se sentou no chão, contando as casas. Uma, duas, três... Até onde sua vista alcançava, eram sete. Depois, contou os prédios. Estes, eram mais numerosos. Pelas contas dela, haviam dez. O som dos aviões chamou sua atenção. Ela levantou o rosto à tempo de vê-los passar. Pouco depois, o baque de algo pesado e metálico foi ouvido. Ela sorriu ainda mais, levantando-se em um salto. — Eles chegaram! — gritou, saltitante. — A...

Dea-oíche.

Autor:   K4zam9 Fandom:   Durarara!! Shipper: Kida/Mikado Gênero:   Romance Censura:  M Disclaimer:   Durarara! não me pertence. Avisos:   Yaoi. Sinopse: Ei, ei, posso dormir com você?     Dea-Oíche ¹ — Kida-kun, por favor, vá dormir — gaguejou Mikado, sonolentamente. Foi respondido com uma travesseirada. E, se aquela não fosse a quarta vez naquela noite, talvez ele não estivesse tão irritado. Em um acesso de raiva, pegou o objeto que o acertara e lançou-o pelo quarto. — Sua pontaria é horrível, Mikado — o loiro riu, puxando o travesseiro, que havia batido na parede a seu lado. — Você devia treinar mais, se quiser me acertar. — Eu só quero dormir — Ryuugamine se ajeitou debaixo das cobertas. — Ei, ei, posso dormir com você? — Masaomi perguntou, sentando-se em seu colchão. — O quê?! — exclamou o outro em resposta. — Por quê? — Mas Mikado não ouviu sequer uma das explicações do garoto. Talvez, se o deixasse deitar-se a seu lado, Kida do...

Ele sorriu. As penas das asas da garota lhe acariciaram a face e uma preocupação silenciosa adornava seus olhos. “ Eu não quero te deixar ”, diziam. Pediam, imploravam, suplicavam. — Está tudo bem — ele repetia, acalmando-a com sua voz. Envolvia-a com seus braços, viu-a fechar os olhos e esconder o rosto no espaço entre seu ombro e pescoço. — Estamos nos arriscando demais — ela sussurrou contra sua blusa. Apertou-a ainda mais em seu abraço. — Se houvesse outro jeito... — ele se interrompeu com um suspiro. — Preciso ir — ela levantou o rosto e encostou seus lábios aos dele. — Estarei te esperando — ele disse para as costas dela. Observou-a até que sua forma delicada sumisse no horizonte. Ela nunca voltou. 罪: Pecado, em japonês. N/A:  Escrevi essa há muito tempo, de madrugada. Só tive tempo pra passar pro PC hoje. D: Pela primeira vez na minha vida uma coisa que era pra fazer eu me sentir culpada e pensar em suicídio de novo só conseguiu fazer com que eu seguisse em frente. E, a...

Lethargus

Acorde. Você tem que acordar. Paredes pichadas. Paredes brancas. Paredes brancas com palavras em preto. Acorde. Vamos, acorde logo. Paredes intermináveis. Sem portas. Sem janelas. Sem saídas. Tente se lembrar. Quem é você? — Eu não sei. Passos. Passos rápidos. Passos assustados. Porque foges? Paredes escuras. Palavras brancas. Vamos, junte-se a mim. Você sabe que não quer acordar. Janelas e portas. Todas trancadas. Sem saídas. Você não quer se lembrar. Não há por que. Um longo corredor. Branco e preto se fundiam. Ora à esquerda, ora à direita. Intercalando-se, estendiam-se pelas paredes sem teto, confusamente. As frases pareciam ser ditas à medida que eram lidas. Duas vozes diferentes tentando se sobrepor uma à outra. Seus tons aumentavam e diminuíam. Não o escute! Tente se lembrar! Não há porque lembrar. De onde você veio? Quem é você? Junte-se a mim! Os passos ficaram mais lentos. Pararam. Não! Não o escute! E porque não? Não há proposta melhor que a minha! As mãos ...